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Miguel
Podes não ser um Francisco Adam, nem ser um actor na moda, numa moda de peculiar mau gosto e vazia. O teu desaparecimento pode não ter aberto os noticiários nem ter feito chorar milhares de adolescentes frívolas.
Mas o que interessa, é que lutavas por tornar melhor o mundo que te rodeava, que não tinhas tempo para tristezas, que ambicionavas produzir algo de útil na sociedade em que estamos integrados, e isso sim, é o que torna alguém especial.
Vítima da tua própria irreverência, é já com saudade que os amigos se lembram de ti, e são eles, a par dos familiares, que neste momento mais sofrem com a tua perda.
As mais sinceras condolências a todos os que não vão esquecer o Miguel.
E para ti, Miguel, até sempre...
CivilBlog.