por civilblog, em 03.07.09
Como é que vão os meus mais que tudo, leitores do meu coração sem bypasse ? Vão indo bem ou vão indo naquela, de amanhã logo se vê? Hum, mas agora apetece estar a ler este artigo? Não estão bem da cabeça pois não? Mas pronto eu compreendo esse sentimento de fleuma.
Enfim, há que animar e não querendo que estejam para ai deprimidos a ler este artigo, passo a relatar o que me trouxe aqui e não, não foi a camioneta da carreira! Estava eu muito bem a peregrinar e passou-me pela cabeça a seguinte frase – “Atira-te ao mar e diz que te empurrarem”, não, não me mandaram nenhum cd ou cassete a cabeça, e não, não estava com sentimentos suicidas. Não sei bem porque esta música me passou pela cabeça, talvez pelo simples facto de ser asinino ou então porque nesse momento estava a cair em alguma parte do mundo um avião ao mar, quiçá, não sei mas algo me que apenas foi um momento de estupidez.
Mas lá estou eu para aqui a escrever e mais escrever, e se eu coloca-se mas é a bela da song (também sei grunhar em inglês) para curtirem o som (sim admito uma frase um tanto ou quanto droga ninja).
Ora toca ai o Jacinto:
Ai queriam cantar a musica e não sabem a letra? Ai, ai o que seria de vocês se não fosse aqui este burgo?
Letra :
Refrão:
Atira-te ao mar e diz que t'empurrarem.
Beija-me da boca e chama-me Tarzan
Mo', qué que fazes aqui?
Ma' p'qué que tu me deixaste da mão?
Já tou fart' de pensar em ti.
Tens uma mania qu' até dá dó.
Refrão:
Atira-te ao mar e diz que t'empurrarem. (bis)
Beija-me da boca e chama-me Tarzan (bis)
Mo', tá o mar feito um cão.
Na choc' nem barbigão.
E ê nem sou mau pescador
Mai tu só queres é um dador.
Refrão:
Atira-te ao mar e diz que t'empurrarem. (bis)
Beija-me da boca e chama-me Tarzan (bis)
Refrão: (Repete até ao fim)
Imagino a vossa nostalgia a ouvir esta música, e a pensar, mas eu na altura era assim tão estúpido/a para ouvir estas coisas? Quem havia de se lembrar de cantar rock em algarvio? Penso que isto é uma das coisas que falta no panorama musical do momento, bandas com sotaque, ora imaginem lá um hip Pop de rabo de peixe, ou mesmo um fado em Mirandês raçado de tripeiro? São nichos de mercado que a meu ver deveriam ser explorados por quem de direito e claramente apoiados pelo estado, pois há que defender a nossa cultura, por mais estúpido que seja o costume.
Well_pt